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Três empresas portuguesas investigadas em processo ligado a rede de tráfico de pessoas

Dezenas de outras sociedades agrícolas fizeram contratos de trabalho com os dez arguidos e as suas empresas criadas como “embuste de legalidade”. Os acusados começam esta terça-feira a ser julgados no Tribunal de Beja. As 58 vítimas vieram para Portugal trabalhar na apanha da azeitona. Antes, outras como elas fizeram denúncias na GNR e depois fugiram.

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Miguel Manso