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E se um funcionário judicial incitar ao ódio nas redes sociais? Pode ser proibido de votar

Entre 2016 e 2017, um oficial de justiça vociferou nas redes sociais contra negros, homossexuais, judeus e detractores de Donald Trump, entre outros. Durante o julgamento, mostrou-se arrependido e alegou que a tentativa de afirmação nas redes sociais procurava iludir o facto de se sentir hostilizado no local de trabalho. O tribunal obrigou-o a pagar mil euros e proibiu-o de votar durante quatro anos.

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Incitar ao ódio e à discriminação nas redes sociais pode levar ao impedimento da participação cívica Nuno Ferreira Santos