Os conteúdos aqui seleccionados são exclusivos para assinantes PGLOBAL

Assine já

O PGLOBAL está incluído na assinatura PÚBLICO.

Já é assinante? Inicie sessão aqui

São Pedro de Rio Seco, o princípio de Eduardo Lourenço

Portugal não estava “à vista” na aldeia beirã onde um dos ensaístas que melhor pensou a identidade nacional nasceu em 1923. Quase um século depois, continua a não estar. Desertificado, reduzido a 181 habitantes, um terço dos quais acima dos 65 anos, permanece um lugar “pouco visto e pouco sabido dos olhos do mundo”.

almeida,eduardo-lourenco,guarda,literatura,culturaipsilon,livros,
Foto
A aldeia onde Eduardo Lourenço nasceu em 1923 tem hoje 181 habitantes, um terço dos quais acima dos 65 anos ANNA COSTA