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Era polícia de trânsito, quis salvar vítima de violência doméstica e foi morto por guarda prisional

PSP, GNR e PJ uniram-se e, em poucas horas, a viatura foi localizada e o suspeito de homicídio por atropelamento foi detido. Guarda prisional já tinha cumprido pena por conduzir sob efeito de álcool.

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O agente morto, António José Pinto Doce, tinha 45 anos. Era casado e pai de dois filhos Rui Gaudencio